terça-feira, 24 de junho de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Assim constrói-se a Humanidade
Quando pensava que o mundo já havia
sido criado e não havia mais porque remexer no passado, Humanidades nos remete
novamente a um tempo distante, em busca de origens de tudo: da comunicação, do
fogo, da roda, da escrita, das construções, da arte, do início de tudo.
Somos levados a questionar, mais
uma vez, “o que é a arte?” e tentar responder a esta pergunta nos faz andar por
um caminho que o Homem já percorreu, percorre e ainda tem muito o que andar: a
evolução da...humanidade.
Imaginação, criatividade e
originalidade são palavras que voltam a fazer parte do nosso dia-a-dia. Instigando
pensamentos, revendo conceitos, percebendo o mundo com novos olhares, vamos construindo
novos conceitos, descobrindo novas facetas de uma mesma realidade que sempre
esteve ali, mas que ainda não a tínhamos percebido por outros vieses.
A trajetória que o Homem vem
percorrendo desde os tempos imemoriais das cavernas nos apresenta com novas
cores e cheiros diferenciados.
Pirâmides, menires, zigurates,
jardins suspensos e outros nomes que conheci ainda criança voltam a preencher a
minha mente com novos contornos para um mundo novo que vai se (re)formando.
Assim caminha a Humanidade.
Assim constrói-se a História.
E eu neste fluxo...
terça-feira, 18 de março de 2014
Linhas, retas, curvas e o infinito
No princípio era um ponto. E é o começo de todo desenho.
Saber distanciar linhas, manter equidistância, paralelismo e firmeza. É o início de um processo que aso poucos se torna circular, obtuso, cheio de sombras e, claro, claridade e leveza. A observação do que é visível e a percepção do que ainda está velado aos olhos viciados.
Os desenhos vão se formando, tomando corpo os corpos e a mão vai sendo adestrada a seguir o ponto e construir sonhos.
E projetos.
Saber distanciar linhas, manter equidistância, paralelismo e firmeza. É o início de um processo que aso poucos se torna circular, obtuso, cheio de sombras e, claro, claridade e leveza. A observação do que é visível e a percepção do que ainda está velado aos olhos viciados.
Os desenhos vão se formando, tomando corpo os corpos e a mão vai sendo adestrada a seguir o ponto e construir sonhos.
E projetos.
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| Meus primeiros traçados na disciplina - Fev/2014 |
terça-feira, 11 de março de 2014
O som diáfano e concreto de Janet Cardiff
O curso de Arquitetura teve realmente início quando começamos a (re) descobrir a Arte. A disciplina Estúdio I, no primeiro período, propôs a construção de uma obra com dois artistas pré-definidos (Janet Cardiff e Sou Fujimoto) e um terceiro à nossa escolha. Depois de pesquisas, optamos pelo hiper realismo de Ron Muek.
As tais cidade invisíveis
"Caminha-se por vários dias entre árvores e pedras. Raramente o olhar se fixa numa coisa, e, quando isso acontece, ela é reconhecida pelo símbolo de alguma outra coisa: a pegada na areia indica a passagem de um tigre; o pântano anuncia uma veia de água; a flor do hibisco, o fim do inverno. O resto é mudo e intercambiável — árvores e pedras são apenas aquilo que são." (Italo Calvino)
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