Quando pensava que o mundo já havia
sido criado e não havia mais porque remexer no passado, Humanidades nos remete
novamente a um tempo distante, em busca de origens de tudo: da comunicação, do
fogo, da roda, da escrita, das construções, da arte, do início de tudo.
Somos levados a questionar, mais
uma vez, “o que é a arte?” e tentar responder a esta pergunta nos faz andar por
um caminho que o Homem já percorreu, percorre e ainda tem muito o que andar: a
evolução da...humanidade.
Imaginação, criatividade e
originalidade são palavras que voltam a fazer parte do nosso dia-a-dia. Instigando
pensamentos, revendo conceitos, percebendo o mundo com novos olhares, vamos construindo
novos conceitos, descobrindo novas facetas de uma mesma realidade que sempre
esteve ali, mas que ainda não a tínhamos percebido por outros vieses.
A trajetória que o Homem vem
percorrendo desde os tempos imemoriais das cavernas nos apresenta com novas
cores e cheiros diferenciados.
Pirâmides, menires, zigurates,
jardins suspensos e outros nomes que conheci ainda criança voltam a preencher a
minha mente com novos contornos para um mundo novo que vai se (re)formando.
Assim caminha a Humanidade.
Assim constrói-se a História.
E eu neste fluxo...



